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ECONOMIA CRIATIVA


Incubadora Barueri Criativo

Criação de ambiente para Incubadoras de Empreendimentos da Economia Criativa

O ponto de partida da política brasileira de fomento à economia criativa foi Plano Nacional de Cultura – PNC, instituído pela Lei 12.243 de 2010, cuja Estratégia 4 diz respeito à ampliação da participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico de forma sustentável.

A Incubadora Barueri Criativo e um centro de inovação, empreendedorismo, formação, fomento e promoção. E um espaços de convívio e interação multisetorial entre empreendedores criativos e multi-institucional que reúne governo, bancos, universidades, sistema s e sociedade civil, promovendo o compartilhamento de experiências e fortalecimento de redes e coletivos.

A Incubadora Barueri Criativo ofertam aos agentes culturais cursos e consultorias, planejamento estratégico, assessoria contábil, jurídica e de comunicação, marketing, elaboração de projetos e captação de recursos, e acompanhamento contínuo. A incubadora sediara balcões de crédito, formalização, formação técnica e realização de cursos. As atividades serão desenvolvidas por equipes locais, em diálogo com as potencialidades criativas de cada projeto.

Uma das estratégias adotadas para o desenvolvimento da economia criativa é o fomento a incubadoras de empreendimentos criativos. Nesses ambientes, negócios voltados ao audiovisual, moda, design, arquitetura, música, desenvolvimento de jogos eletrônicos, entre outras atividades, encontram um ambiente em que recebem apoio técnico e, por vezes, material para dar seus primeiros passos.

START UP BARUERI

Criação de ambiente para aceleradora de Startups

As startups cumprem com a função de continuamente revitalizar o mercado, mas precisam de um ambiente propício para que se desenvolvam e tenham sucesso. A figura da aceleradora surge nesse contexto como um agente fortemente orientado ao mercado, geralmente de origem privada e com capacidade de investimento financeiro, que tem a função de direcionar e potencializar o desenvolvimento das startups.

ADEBARUERI

Criação de uma agencia de desenvolvimento ADEBARUERI, nos moldes da já existente em SP, que terá por finalidade promover a execução de políticas de desenvolvimento local, especialmente as que contribuam para o crescimento econômico, a atração de investimentos, a redução das desigualdades , a competitividade da economia, a geração de emprego e renda, o empreendedorismo, a economia solidária e a inovação tecnológica.

Mediante a realização de projetos e atividades voltadas às micro, pequenas e médias empresas e cooperativas:

I – promover o acesso a instituições financeiras habilitadas à concessão de microcrédito com taxas de juros reduzidas;

II – promover oferta de treinamento e desenvolvimento para empreendedores e empregados, com foco na abertura de empresas e sua gestão sustentável;

III – organizar e promover assistência técnica nas áreas jurídica, contábil, financeira e de gestão ao empreendedor;

IV – implementar políticas que estimulem a pesquisa, a difusão de tecnologias e a inovação e que incrementem a competitividade das empresas, atuando em conjunto com os parques tecnológicos, centros tecnológicos, institutos

de ciência e tecnologia e incubadoras de empresas;

V – implementar o Programa para a Valorização de Iniciativas Tecnológicas – VAI TEC, com a finalidade de apoiar financeiramente, por meio de subsídios, atividades inovadoras e em especial as ligadas à tecnologia da informação e comunicação;

VI – promover a estruturação e o desenvolvimento de cadeias produtivas formadas por micro, pequenas e médias empresas e cooperativas;

VII – contribuir para a redução das desigualdades regionais de desenvolvimento dentro do Município e promover a geração de emprego e renda, prioritariamente nas áreas com alta densidade populacional e limitada oferta de empregos e nas iniciativas voltadas à inclusão social dos segmentos mais vulneráveis, como jovens, mulheres e população negra e indígena;

VIII – desenvolver programa de incentivo aos setores da economia criativa, a saber: arquitetura, publicidade, design, artes, antiguidades, artesanato, moda, cinema e vídeo, televisão, editoração e publicações, artes cênicas, rádio, softwares de lazer e música, como estímulo ao desenvolvimento econômico e geração de empregos de qualidade e produção de bens e serviços de elevado valor agregado.

“Num momento de decadência política, descrença nos partidos, o ato de consumir pode vir a ser o principal ato político da pessoa. A partir do momento em que a pessoa procura um produto fair trade [comércio justo], um produto orgânico, de agricultura familiar, ela está fazendo política da maneira dela. Entrar para um partido talvez seja o modelo antigo. As pessoas que querem fazer política estão procurando o consumo consciente como alternativa”

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